Como anda o seu SCORE?

Como anda o seu SCORE?

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Seu sonho é ter a casa própria. Você tem uma boa renda, só compra à vista, não possui restrições em seu nome, tentou fazer um financiamento de seu apartamento pela Caixa Econômica Federal, por exemplo, e foi reprovado. A mensagem que seu corretor repassa da sua avaliação habitacional é: Proponente/grupo familiar não obteve nota mínima para aprovação após análise de perfil.

Basicamente, isso significa que seu score está baixo.

Mas, afinal, o que é SCORE? Uma palavrinha em inglês com cinco letrinhas danadas que podem colocar seus sonhos água abaixo. Em português a palavra significa “pontos”. Mas o que os pontos têm a ver com seus sonhos? Você adquire pontuação à medida que movimenta o CPF no mercado, pagando as contas em dia, por exemplo.

Todas as vezes que você vai comprar alguma coisa, o atendente lhe pergunta se você quer CPF na nota, certo? Mas você – por não ser mais beneficiado com os descontos atrativos antes ofertados pela Secretaria de Fazenda do Distrito Federal ou com receio de o governo monitorar todos os seus gastos- prefere não o colocar. O que você não sabe é que colocar o seu CPF na nota significa a movimentação de seu nome no mercado, independente do que você compre.  Para comprar uma TV financiada em grandes redes de eletrodomésticos, por exemplo, precisa ter bom score, para conseguir cartão de crédito, também.

A pontuação de score – que pode chegar a até 1000 – significa para o mercado que você compra e é bom pagador. Isso mostra aos bancos e financiadoras que, caso precise de crédito – a curto, médio ou longo prazos-, você tem capacidade financeira de pagamento.

Mas ai você tem ou já esteve restrições em seu nome, é possível melhorar o score?

Sim. Para isso você precisa sanar as dívidas; em todas as compras que fizer, colocar o CPF; pagar contas adiantadas; ir ao SPC/SERASA com RG, CPF, comprovante de residência atual e os três últimos contracheques e pedir a atualização de seu cadastro; e solicitar a inclusão do cadastro positivo – que te ajudará a ser reconhecido no mercado como bom pagador.

Agora, se você deseja obter um financiamento no futuro com um banco específico, especialmente neste caso, recomenda-se quitar a dívida integral – mesmo com juros. Isso porque você pode não ter restrições em seu nome, mas para o banco, no qual se contraiu a dívida, é possível que você não seja visto como um bom pagador.

Vamos exemplificar com a Caixa: você tinha uma dívida de R$ 500,00, passaram-se dois anos, a dívida está em R$ 1.000,00 e o banco já terceirizou a cobrança. A empresa te liga, oferecendo R$ 400 para quitar e retirar seu nome do SPC, e você, de pronto, aceita. As chances de você conseguir algum financiamento junto à Caixa são baixas.

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