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PETS: Os mitos sobre gatos e gestantes

PETS: Os mitos sobre gatos e gestantes

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Todo mundo já ouviu falar sobre os perigos que os felinos representam para as mulheres gestantes, não é mesmo? Pois é, mas chegou a hora de desfazer alguns mitos e esclarecer pontos importantes sobre isso, como explica a veterinária Luana Sartori, especialista da Nutrire. 

Engravidei, devo dizer adeus ao gatinho?

Não existe razão para isso, pelo contrário, os felinos fazem parte da família e essa relação só deve melhor com a chegada de um bebê humano em casa. “O maior medo das pessoas diz respeito a uma palavra que causa pânico nas gestantes: a toxoplasmose – infecção causada pelo parasita Toxoplasma gondii. “Bom, em primeiro lugar é necessário entender como ela pode ser transmitida. Segundo o Centro de Controle de Zoonoses, é mais certo que você seja infectada pela ingestão de carnes cruas ou semi cruas”, revela a especialista.

Cápsula

O gato poderia transmitir essa doença? Sim, mas para isso você teria de ingerir as fezes do felino e o mesmo teria de estar infectado. “No entanto é preciso compreender que as fezes do gatinho contém o oocisto, uma espécie de cápsula, que só se abre e pode causar contágio depois de alguns dias. Ou seja, quem limpa diariamente a caixinha de areia do seu pet, geralmente, está livre do problema”, explica.

Segundo a organização norte-americana Humane Society, o oocisto precisa de um tempo de incubação de um a cinco dias antes de causar infecções. Para as pessoas que ainda não se sentirem seguras, a veterinária indica que usem luvas no manuseio das necessidades do pet.

Mito

A Toxoplasmose não é a doença do gato, isso é mito. Já é cientificamente comprovado as formas de contágio mais comuns são: ingestão de carne contaminada mal cozida ou crua, ou de alimentos contaminados pelo uso de facas ou objetos que tiveram contato na preparação dessa carne.

Além disso, beber água contaminada também transmite a doença, bem como comer frutas ou verduras que vieram com a terra contaminada e não foram higienizadas como deveriam.

Felinos se infectam apenas se comerem ratos, passarinhos ou outros bichinhos que estejam contaminados, ou seja, gatos domésticos, sem acesso à rua, não correm riscos.

Afeto e carinho

Gestantes podem continuar dividindo as emoções com seus gatinhos sem medo. Os felinos possuem uma capacidade grandiosa de compreender os bebês e se tornam grandes parceiros das crianças. Além disso, há quem diga que os felinos podem até mesmo virar guardiões dos bebês.

Não esqueça de levar o pet ao veterinário ao menos uma vez ao ano. Gatinhos idosos devem visitar o especialista de seis em seis meses.

 

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Animais de estimação vão poder ser levados no transporte público do DF

Foi sancionada, em 08/08/2019, a Lei 109/2019 de autoria do deputado Daniel Donizet (PSDB). A matéria trata sobre a permissão para que animais domésticos, cães e gatos, de até 12kg, sejam levados no transporte público coletivo do Distrito Federal.
A regra vale para os horários que não sejam de pico e o animal deve estar em uma caixa apropriada que garanta a segurança dele e dos demais passageiros. A responsabilidade pela integridade física do animal é do passageiro que o conduzir.
Quem levar o animal de estimação no transporte público não pagará nenhum valor a mais na tarifa.

De acordo com a medida, dois animais poderão ser levados por veículo. “Essa é uma demanda das pessoas carentes. A população de baixa renda, muitas vezes, não tem carro e fica sem condições de levar o animal de estimação para consultas e vacinas. O único hospital público veterinário do DF fica em Taguatinga. Para quem mora em Brazlândia, por exemplo, fica complicado e a ideia desta lei é resolver esse tipo de problema”, enfatizou Daniel Donizet.

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