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Pintas na pele podem ser malignas; saiba como diagnosticar e tratar

Pintas na pele podem ser malignas; saiba como diagnosticar e tratar

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As pintas na pele aparecem por uma predisposição genética individual. Todo mundo tem alguma pinta, mas a quantidade varia de acordo com a predisposição genética. Algumas existem desde o nascimento e outras surgirão no decorrer da vida. Mas como saber se alguma pinta apresenta algum risco para a saúde e precisa ser retirada?

A dermatologista e diretora da Clínica Monte Parnaso, Ana Regina Trávolo, explica que as pintas podem ter formatos e cores variadas, podendo ser da cor da pele – um pouco mais altas ou mesmo planas – e de cor mais escura. “As pintas que normalmente devem ser retiradas são as que apresentam irregularidade de coloração (com muitas cores formando a mesma pinta) e de bordas, crescimento rápido e sintomas como coceira e sangramento”, elucida a especialista.

Além da atenção ao formato da pinta, a dermatologista indica uma avaliação clínica e, às vezes, um exame chamado dermatoscopia que avalia se a pinta realmente precisa ser retirada ou não. “Alguns tipos podem se transformar em um câncer de pele. Por exemplo, algumas mais escuras podem se transformar no melanoma, um tipo câncer de pele que pode ser muito agressivo se não detectado no início”, alerta Ana Regina.

Quando é preciso retirá-las, as pintas são tratadas normalmente com uma pequena cirurgia. Caso haja suspeita de que ela possa evoluir para um câncer de pele no futuro, a indicação é que seja retirada completamente e feita uma sutura no local. Por outro lado, pintas com características totalmente benignas podem ser tratadas com retiradas parciais – chamadas de shaving – e cauterizações com radiofrequência ou laser.

“As pintas que aparecem em áreas sujeitas a trauma, como sola dos pés e pintas lesionadas no barbear, merecem maior atenção no seu acompanhamento, uma vez que esse trauma repetitivo pode aumentar o risco de malignização”, descreve o dermatologista e diretor da Clínica Monte Parnaso, Luciano Morgado, acrescentando que pintas escuras que são expostas a queimaduras solares também merecem maior cuidado, uma vez que o sol pode aumentar o risco de malignização em alguns subtipos de pintas.

Uma das diferenças entre as pintas congênitas, conhecidas como “pintas de nascença”, e as que aparecerem posteriormente, é que os chamados nevus congênitos apresentam uma cor escura e são frequentemente de tamanho maior. “Além disso, as pintas mais claras tendem a apresentar um comportamento benigno durante a sua evolução; já as mais escuras necessitam de um acompanhamento mais de perto, uma vez que algumas podem apresentar irregularidades que demonstrem uma transformação, por exemplo, em melanoma”, aponta Luciano.

O dermatologista alerta ainda que o cuidado com pintas que apresentam um crescimento muito rápido e consistência mais endurecida, merece ser redobrado, uma vez que existem alguns tipos de carcinomas cutâneos que podem ter estas características. Pápulas com tom perolado e ligeiramente avermelhado, ou que ferem e sangram às vezes, podem ser um carcinoma basocelular, o tipo mais comum de câncer de pele, e também demandam mais atenção.

“Nesse monitoramento individual das pintas no corpo, é importante não confundi-las com verrugas. Estas são provocadas por uma infecção viral, normalmente apresentando-se como pequenas pápulas com superfície filiforme irregular. Já as sardas são pequenas manchinhas escuras, sem relevo algum, que escurecem e aumentam com a exposição solar”, finaliza o especialista.

SERVIÇO:

Clínica Dermatológica Monte Parnaso

End.: Centro Médico Júlio Adnet

SEPS 709/909 Bl. A Clínica 9 1º Subsolo Brasília-DF

Tel.: (61) 3263-0833 / 0834

Web: www.monteparnaso.com.br

 

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