As altas temperaturas e clima seco são favoráveis a formação de cálculos renais devido ingestão de pouca água
Conhecido cientificamente por urolitíase, popularmente falado como pedra nos rins ou cálculo renal, essas são causadas devido a pouca ingestão de água e uma alimentação rica em proteína e sódio. Por sua vez, a função dos rins tem como objetivo equilibrar o volume de água no organismo e filtrar algumas das impurezas que circulam na corrente sanguínea, produzindo a urina. Portanto, quando os pequenos cristais se acumulam, vão formando os cálculos renais (podem ser resultantes do próprio processo de filtragem do sangue que possui excesso de certas substâncias, como o cálcio e o ácido úrico).
O médico Dr. Renato Argollo, explica que, normalmente podem ser gerados quatro tipos de cálculos renais, o cálculo de cálcio é o mais comum. Cálculo de cistina, que surge em pessoas com uma doença renal crônica chamada de cistinúria, cálculo de estruvita, são os que mais crescem e podem bloquear os pontos do sistema urinário e o cálculo de ácido úrico, que é mais comum nos pacientes do sexo masculino. “Esse diagnóstico se dá através de exames laboratoriais após retirada da pedra e análise”, informou.
Os sintomas de cálculo renal são bastante característicos, se destacando entre cólica forte e que se irradiam para as costas e para a parte inferior do abdômen, dificuldade para urinar ou eliminação de pequenas quantidades de urina, ardência ao urinar, presença de sangue na urina, náuseas e vômitos. “As crises renais devido aos cálculos são bastante intensas, se assemelham a dor do parto”, detalha Argollo.
Quando os sintomas são mais leves, o tratamento é feito por meio de medicamentos analgésicos. Vale ressaltar que a medicação deve ser indicada pelo médico, visto que alguns medicamentos podem piorar a quantidade de cristais presentes na circulação sanguínea e do aumento no consumo de água com o objetivo de eliminar as pedras naturalmente.
Para minimizar essas crises, que, quando há bloqueio das pedras no canal da uretra, se faz necessário a realização de cirurgia para retirada dos cálculos. “Há a cirurgia onde faz um pequeno corte nas costas para remover as pedras ou por um procedimento menos invasivo com a colocação de um cateter na uretra do paciente até chegar na pedra, que é implodida através de um laser na ponta do cateter. “Esse procedimento é capaz de diminuir o tamanho dos cálculos e que eles saiam naturalmente pela urina”, completou.
Acompanhando o histórico do paciente, o médico urologista poderá pedir acompanhamento de nutricionista afim de orientar uma alimentação balanceada com o objetivo de evitar surgir novos cálculos, assim como o médico especialista nefrologista. Esse tratamento com grupo de especialistas se faz necessário para melhorar a qualidade de vida do paciente.
Corpo Clínico
Dr. Rodrigo Carvalho
– Membro do corpo clínico da Clínica Andros – Clínica de Urologia e Cirurgia Robótica
– Membro do corpo clínico do Instituto de Cirurgia “InVideo” – Instituto de Cirurgia Minimamente Invasiva de Brasília
– Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Marília– São Paulo, 2002
– Residência em Urologia pelo instituto de Urologia e Nefrologia de São José do Rio Preto em 2010 com ênfase em uropediatria , microcirurgia e videolaparoscopia
– Título de Especialista em Urologia, no concurso da Sociedade Brasileira de Urologia em 2010
– Pós-graduado em reprodução humana e infertilidade masculina na Santa Casa de misericórdia de São Paulo
– Treinamento em cirurgia robótica pelo AdventHealth Nicholson Center na Flórida (EUA)
– Certificação em cirurgia robótica-Intuitive Surgical, plataformas Si e Xi, 2019
– Urologista assistente da Rede D’Or São Luiz (Hospital DF Star e Hospital Santa Helena)
– Urologista assistente do Grupo Santa Lúcia (Hospital Santa Lúcia Sul e Santa Lúcia Norte)
– Urologista assistente do Hospital Sírio Libanes de Brasília
– Membro titular da American Urological Association ( AUA )
– Membro titular da European Association of Urology ( EAU )
Dr. Renato Argollo
– Graduação em medicina pela Universidade Federal de Goiás UFG em 1997
– Residência médica em cirurgia geral pela Fundação Hospitalar do Distrito Federal
– Residência médica em urologia pela Universidade Federal de Goiás
– Membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU)
– Treinamento em cirurgia minimamente invasiva pela Cleveland Clinic Foundation Ohio EUA
– Treinamento em cirurgia prostática com laser (Greenlight) em Houston Texas EUA
– Formação em enucleação prostática com Holmium laser na Universidade de Cambridge Inglaterra
– Diversos cursos de formação em urologia e cirurgia prostática no Brasil
– Membro do corpo clínico da ANDROS – Clínica de Urologia e Cirurgia Robótica
– Urologista assistente da Rede D’Or São Luiz (Hospital DF Star e Hospital Santa Helena)
– Urologista assistente do Grupo Santa Lúcia (Hospital Santa Lúcia Sul e Santa Lúcia Norte)
– Urologista assistente do Hospital Sírio Libanes de Brasília.
Serviço: